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Se passaram anos desde que você se envolveu romanticamente com alguém? Talvez depois de um longo relacionamento, um divórcio, ou simplesmente um período focado em si mesmo(a)?
Se a resposta for sim, é natural que só a ideia de “flertar” já traga certo frio na barriga — ou até um pouco de pânico.
Muita gente que está retornando ao mundo dos encontros pensa:
“Será que ainda sei paquerar?”
“Tudo parece ter mudado…”
“Não quero parecer desesperado(a) ou fora de época.”
A boa notícia é: você não precisa ser outra pessoa para flertar.
E muito menos dominar todas as gírias ou códigos dos aplicativos.
Você só precisa se reconectar com a leveza, com a curiosidade e com sua presença verdadeira.
Neste artigo, você vai descobrir como retomar o flerte com naturalidade — sem forçar, sem vergonha, e com espaço para se divertir de novo.
– Porque a autoestima pode ter ficado abalada após um término ou muito tempo solteiro(a)
– Porque o “cenário” mudou — apps, redes sociais, novas formas de se relacionar
– Porque existe medo de rejeição ou de parecer “ridículo(a)”
– Porque o flerte é confundido com joguinhos, quando na verdade é só uma troca leve e interessada
A questão não é “voltar a jogar”, mas voltar a se permitir.
Não se trata de performance — e sim de presença.
O flerte mais sutil e poderoso ainda é o olhar.
Um olhar direto, calmo e gentil transmite interesse sem dizer uma palavra.
Se a pessoa retribuir, sorrir ou sustentar o olhar por mais de 2 segundos, provavelmente também há abertura.
Brincadeiras leves, observações espirituosas ou elogios bem colocados ajudam a quebrar o gelo.
Evite piadas forçadas ou autodepreciação exagerada.
Confiança madura é charmosa. E o riso sincero cria conexão imediata.
Diga algo real: “Gostei do jeito que você falou sobre aquilo”, “Seu estilo é muito autêntico”, “Você tem uma presença muito boa”.
Elogios que vão além da aparência tocam mais fundo e mostram sensibilidade.
Perguntar, ouvir com atenção e lembrar detalhes da conversa mostra que você está realmente presente.
O maior charme, para muita gente, é ser visto de verdade.
Postura aberta, sorriso leve, toques sutis (quando houver abertura), mostram interesse sem precisar verbalizar tudo.
Evite ficar travado(a), braços cruzados ou desviar o olhar o tempo todo.
Flertar é estar inteiro(a) ali, não controlar cada gesto.
Não importa há quanto tempo você está fora do “jogo” — você tem valor, beleza, histórias e presença que merecem ser partilhadas.
E se alguém não reconhece isso, está tudo bem: o mundo está cheio de outras possibilidades.
A leveza nasce quando você não flerta para provar algo — mas para compartilhar quem é.
Nem toda troca vira romance. Nem todo flerte vai render algo além daquele momento.
Mas flertar já é uma forma de se abrir para a vida de novo — para o olhar, para o outro, para si.
Você não precisa sair ganhando. Precisa apenas se permitir brincar com a possibilidade.
– Escolha fotos que transmitam quem você realmente é hoje — não versões do passado.
– Seja direto(a), mas com gentileza. Uma boa abertura pode ser um elogio genuíno ou uma pergunta inteligente.
– Evite frases prontas. Mostre que você leu o perfil da pessoa.
– Seja leve nas conversas. E, se houver química, vá para o mundo real logo — flerte de verdade não acontece só por tela.
Flertar não é um dom reservado aos jovens, nem exige fórmulas mágicas.
É um gesto humano, espontâneo, que começa com o desejo de se conectar com o outro — e consigo mesmo(a).
Depois dos 35, 45 ou 60, flertar pode ser ainda mais interessante. Porque você já sabe o que quer, já se conhece melhor, e não precisa mais fingir para agradar.
É possível sim, voltar a olhar alguém com brilho nos olhos.
E melhor ainda: permitir que olhem você — sem medo, sem vergonha, e com verdade.
– Esther Perel – O Amor em Tempos de Conexão
– Brené Brown – A Coragem de Ser Imperfeito
– Psicologia Viva – Artigos sobre relacionamentos e expressão emocional
– Eric Berne – Jogos Psicológicos no Amor
– Instituto Gottman – Pesquisas sobre atração e linguagem afetiva