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Depois dos 35 anos, muita coisa muda — inclusive o jeito como nos conectamos com as pessoas. As baladas já não parecem tão atraentes, as festas são mais raras, e os ciclos sociais ficam mais fechados.
Mas isso não significa que não existam pessoas interessantes por aí. Elas existem, sim — talvez só estejam em lugares diferentes dos que você frequentava antes.
Neste artigo, você vai descobrir onde encontrar pessoas interessantes depois dos 35, com dicas reais, acessíveis e adaptadas à vida adulta, tanto para amizades quanto para novos romances.
Antes de buscar alguém lá fora, é essencial ter clareza do que realmente te atrai e te nutre em uma conexão.
Pessoas interessantes estão em todo lugar, mas a afinidade profunda exige autoconhecimento. Quando você sabe o que está procurando, sua percepção muda — e você começa a reconhecer essas pessoas com mais facilidade.
Pessoas que estão em processo de desenvolvimento pessoal ou profissional tendem a estar mais abertas a conexões genuínas. Seja uma aula de escrita criativa, uma formação terapêutica, um curso de vinho ou até um grupo de teatro amador — o mais importante é o contexto: ambientes onde as pessoas estão ali por escolha, curiosidade e crescimento.
Dica: plataformas como Sympla, Even3 e sites de faculdades oferecem centenas de eventos e cursos abertos ao público adulto.
Aulas de yoga, meditação, biodança, retiros ou grupos de estudo espiritual costumam atrair pessoas que buscam mais equilíbrio e conexão consigo mesmas — o que, por consequência, abre espaço para relações mais autênticas.
Segundo o Harvard Health Publishing, práticas de atenção plena (mindfulness) aumentam a empatia e a disposição para conexões sociais profundas.
Se você é alguém que ama ler, pensar e conversar, ambientes com esse perfil são verdadeiros oásis sociais. Feiras de livro, clubes de leitura ou encontros culturais reúnem pessoas mais maduras, introspectivas, criativas e cheias de boas histórias.
Busque eventos pelo Instagram usando hashtags como #clubedeleitura, #feiraliterária, #livroseconversas.
Viagens em grupo para adultos, caminhadas ecológicas, mutirões e projetos sociais são ótimas formas de conhecer pessoas fora da sua bolha.
Você se conecta com quem tem valores, gostos e estilos de vida compatíveis, e ainda compartilha experiências memoráveis desde o começo.
Sites como Vivalá Turismo Sustentável, Couchsurfing Events e grupos de trilha no Facebook são excelentes pontos de partida.
Os aplicativos não são só para jovens. Há um público cada vez maior acima dos 35 que busca conexões maduras, interessantes e respeitosas. O segredo está na escolha da plataforma e na forma como você se apresenta.
Apps como Inner Circle, Bumble, Hinge e Once têm foco em perfis mais intencionais e menos “gamificados”.
Dica bônus: fuja de bios rasas. Escreva algo que convide o outro à conversa — um toque de humor, um valor claro, uma paixão de verdade.
Hoje, muitos eventos de networking estão se tornando mais humanizados, com rodas de conversa, música, coquetéis e propósito claro. Há eventos voltados para empreendedores criativos, profissionais em transição, artistas, terapeutas…
Você encontra gente madura, interessante e com desejo de trocar ideias reais — não só cartões.
Dica: procure por eventos em espaços como Casa Firjan (RJ), Cubo (SP), SEBRAE ou espaços de coworking.
Grupos no Telegram, fóruns temáticos, comunidades de aprendizado (como a Hotmart Sparkle, Comunidade Zen, Aurum Circle para advogados, etc.) são bons para se aproximar de pessoas com interesses semelhantes.
Mas o mais poderoso mesmo é quando esses laços online migram para o real. Esteja aberto a encontros presenciais quando houver sinergia.
O lugar ideal para encontrar pessoas interessantes é aquele onde você se sente vivo(a), inteiro(a), genuíno(a). Seja um clube de dança de salão, uma aula de canto, uma feira mística, um parque ou um grupo de estudos sobre filosofia…
A autenticidade atrai. Estar onde você vibra com verdade atrai pessoas na mesma frequência.
Depois dos 35, a pressa dá lugar à qualidade. Você não precisa conhecer 50 pessoas em uma noite — precisa estar inteiro(a) onde estiver, e disponível para ver o outro além da superfície.
Pessoas interessantes não estão em lugares mágicos. Elas estão em lugares onde a vida real acontece — com propósito, com troca, com vulnerabilidade.
“Conexões verdadeiras não são feitas pela quantidade de palavras trocadas, mas pela qualidade da presença compartilhada.”